Segurança

Segurança que você pode verificar, não só acreditar.

A Provena protege evidência com arquitetura, não com promessas. Esta página documenta como a plataforma é construída — e, como todo registro é verificável de forma independente, a alegação de segurança mais forte que fazemos é uma que você mesmo pode conferir.

Modelo de confiança

Seis camadas, cada uma verificável.

1 · Runtime controlado
A captura acontece em ambiente remoto dedicado, operado pela plataforma, com política de interação aplicada no servidor — não na máquina do operador, onde poderia ser encenada.
2 · Registros preservados pela plataforma
Contexto da sessão, ações, atividade de rede e identidade dos servidores são registrados enquanto o trabalho acontece — nunca reconstruídos depois.
3 · Integridade criptográfica
Cada arquivo recebe hash SHA-512 na origem e é verificado de novo no armazenamento. Qualquer mudança posterior é demonstrável, não debatível.
4 · Continuidade de custódia
Cada evento carrega o próprio hash e o hash do anterior. Modificação, exclusão, reordenação e inserção são detectáveis na verificação.
5 · Estado canônico selado
O selo do pacote fixa o conjunto de evidências; o selo de custódia fixa a cadeia registrada. Depois do selamento, o registro tem um único número ao qual toda a história responde.
6 · Prova externa independente
As impressões digitais são registradas em autoridades de carimbo de tempo e redes públicas que operam fora da Provena — referências que continuam conferíveis mesmo sem nós.
Isolamento

Isolamento por descarte.

Cada sessão de captura roda em um worker próprio, conteinerizado, alocado sob demanda e destruído no encerramento — com alocação e destruição registradas como eventos de custódia. Sessões nunca compartilham ambiente, e nada sobrevive entre elas para ser limpo.

  • Um worker por sessão, nunca reutilizado — a contaminação entre sessões é impedida estruturalmente, não por procedimento.
  • Superfície de interação travada: atalhos de sistema, devtools e menu de contexto são recusados no servidor; navegação restrita a http e https.
  • Autenticação serviço-a-serviço com regras declarativas por endpoint e fallback fechado-por-padrão para chamadas internas da plataforma.
  • Rastreamento de IP do cliente na custódia com propagação anti-spoofing no gateway, para que eventos de acesso nomeiem a origem real.
Prova de adulteração

Alterar não é proibido por política. É visível por construção.

  • O hash detecta mudança de conteúdo: um único byte alterado em qualquer arquivo preservado produz uma impressão SHA-512 diferente.
  • A cadeia de custódia detecta mudança de história: inserir, remover ou reordenar eventos quebra os elos de hash entre eles.
  • O selamento detecta mudança de conjunto: os selos de pacote e custódia fixam o registro como um todo; qualquer coisa adicionada ou removida depois falha na verificação.
  • As provas externas detectam retroação: referências temporais independentes tornam impossível mover um registro silenciosamente para trás no tempo.

A detecção pode ser executada por revisores fora da Provena — no navegador, ou totalmente offline com a exportação de custódia e ferramentas padrão.

Dados & privacidade

Evidência privada, prova pública.

  • Só impressões digitais são registradas externamente — o conteúdo da evidência nunca sai da plataforma para ancoragem, e um hash não revela nada sobre o que identifica.
  • A conferência pública de arquivo calcula o hash localmente, no navegador do revisor; o arquivo em si nunca é enviado.
  • Acesso é evento registrado: visualizações de relatório, downloads de pacote e conferências públicas entram na trilha de custódia após o selamento.
  • Retenção e exclusão são fluxos controlados — com a própria exclusão registrada, e dados pessoais de terceiros suprimidos das visualizações públicas do relatório.

A alegação mais forte é a que você pode conferir.

Questionários de segurança e revisões de arquitetura são bem-vindos — e todo registro Provena te dá um jeito de testar nossas alegações diretamente.